Drogado e ladrão, impropérios usados na sessão desta 2ª da Câmara de Cuité

Com um debate improdutivo e incapaz de melhorar a qualidade de vida do povo cuiteense, a Câmara Municipal de Cuité, Curimataú paraibano, tem se tornado palco de ataques pessoais e acusações impróprias entre os parlamentares da Casa de Manoel Felipe dos Santos. Na sessão da última segunda-feira (07), adjetivos como drogado e ladrão foram disparados em alto e bom som no plenário Maria José de Souto.

Os protagonistas do debate foram os vereadores Max Weber – Quinho (PMDB), Maurilhão (PSL) e a vereadora Rafaela (PSL). Ao responder uma acusação do peemedebista, Maurilhão retomou o debate iniciado na semana passada sobre um emprego que o mesmo teria assumido na gestão do ex-prefeito Jaime Pereira (DEM).

Rafaela saiu em defesa do colega e disse que há parlamentares que parecem estarem drogados durante a sessão e chegou a sugerir a instalação de um aparelho para exame toxicológico antes das reuniões. Após a vereadora, Quinho retomou a fala e finalizou voltando a acusar o prefeito Charles (PSL) de ladrão, acusação proferida antes do pleito do ano passado e que gerou um processo na justiça contra o parlamentar.

Com os impropérios, a Câmara de Cuité perde a linha e passa a ser um espaço para debates inapropriados. Não é esse o discurso de um parlamentar, pelo menos, não é isso que espera o cidadão/eleitor que votou por novos tempos na política. Que o discurso mude e as cenas vistas em Brasília, por meio da televisão, não subam a serra e se tornem atração nas noites frias cuiteenses.

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