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Estádio de Picuí: Do calote de Balduíno a maquiagem de Olivânio

19/03/2018



É bem verdade que a história não se apaga, por mais que tentem, mas não se apaga. O fato novo da política de Picuí, ou melhor, dos adversários do deputado Buba – que estão tentando se apegar a tudo que encontram para rebater as graves denúncias apresentadas pelo parlamentar contra a desastrosa administração petista – é a tentativa de confundir a população com relação a compra do Estádio Municipal Amauri Sales de Melo.

Na tentativa de desqualificar a exitosa gestão do ex-prefeito Buba, o vice-prefeito Lucas Marques (PSD), expôs na noite deste domingo (18) a placa original do estádio, do ano de 2002, com o questionamento: “E o deputado num disse que foi ele que comprou?”. Com isso, trouxe à tona um dos maiores calotes da administração pública da terra da carne de sol e o devido caloteiro, o ex-prefeito Balduíno, atual aliado do prefeito Olivânio Remígio (PT), chamado anteriormente pelo petista de câncer da política.

Com a publicação e o apego a coisas tão pequenas, o jovem político mostrou seu total desconhecimento da história política da cidade. Contudo, sua fracassada investida foi logo desmentida por quem entende do assunto e, diferente dele, tem boa memória e apego a verdade. Em um artigo publicado nas redes sociais e replicado no blog, a jornalista Tayna Macedo mostra quem realmente pagou pela área esportiva, assim como os demais equipamentos do complexo da CNEC.

No texto, Tayana destaca a compra, o calote e a quitação da dívida pelo então prefeito Buba Germano, no valor total de R$ 285 mil, no ano de 2005. Como a mentira tem pernas curtas, os adeptos da prática sempre dão com os burros n’água. A verdade é que agora querem fazer de tudo para enaltecer a reforma meia-boca que Olivânio tenta passar como uma grande obra, mas que todos sabem que não passa do reparo do estrago causado pelo abandono da atual gestão e a entrega do espaço para a iniciativa privada ganhar dinheiro com a festa da carne de sol.

A pintura, nada mais do que isso, é, na verdade, fruto de uma Parceria Público Privada (PPP), um dos acordos para a cessão de uso do local para o evento de 2017. É de se lamentar uma atitude mesquinha como essa por parte de um agente político. Sinal que o ex-prefeito não tem encontrado muito o que fazer na gestão, talvez falte autonomia para tal.

Desta forma, resta tempo ao mesmo para, quem sabe, estudar a história da sua cidade ou fazer um curso de gestão pública, talvez assim, terá argumentos plausíveis, se achar, para debater com quem tanto fez por Picuí.

Clique aqui e confira o artigo da jornalista Tayana Macedo.


Placa publicada pelo vice-prefeito

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