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Euda rebate acusações e diz que é candidata; “estou tranquila!”

04/05/2018



Após repercutir em toda a imprensa estadual a sentença da juíza da 24ª Zona Eleitoral de Cuité, Andréa Silva Matos, que teria deixado a ex-prefeita Euda Fabiana (Patriotas) inelegível por oito anos por crime eleitoral, a mesma usou seu perfil nas redes sociais para rebater a sentença e considerou a divulgação da mesma como perseguição dos seus opositores.

“Tentam propagar, e não é de hoje, que sou inelegível e não posso concorrer nas eleições deste ano. Além de uma atitude que só prova o quanto eles são fracos em todos os sentidos, principalmente eleitoralmente, há uma demonstração clara que estas pessoas são capazes de qualquer coisa pelo poder”, escreveu.

Todavia, a ex-prefeita destaca que “está tranquila” quanto a sua participação no pleito deste ano como candidata a deputada estadual. “Estou tranquila e não há motivos para desanimar. Muito pelo contrário, é hora de arregaçar as mangas e cair na estrada para visitar mais companheiros e companheiras da região e da Paraíba inteira que apoiam o nosso projeto”, completou.

De acordo com a Ação de Impugnação Judicial Eleitoral (AIJE), a ex-prefeita teria feito uso da máquina pública em benefício do seu candidato a prefeito, Fabiano Valério (MDB), nas eleições de 2016, além distribuição de bens e vantagens vedados por lei, contratação irregular de servidores em período vedado pela legislação eleitoral, bem como oferecido vantagem econômica para eleitores aderirem ao projeto político capitaneado pela mesma.

A juíza reconheceu e julgou parcialmente procedente a AIJE, condenando a ex-prefeita a pagar 30.000 UFIR por força da prática de publicidade institucional no período de vedação, e 10.000 Ufir por incorrer em prática de conduta vedada (contratação de pessoal por excepcional interesse público durante período vedado na legislação eleitoral).

A magistrada ainda condenou Euda Fabiana, o ex-secretário de Saúde de Cuité, Gentil Palmeira, e o então candidato a prefeito Fabiano Valério a pagar cada um 50.000 UFIR por dar e prometer vantagem a eleitores em troca de voto. Todas estas alegações foram provadas por áudios gravados pelos próprios eleitores e confirmados em seus depoimentos perante a Justiça Eleitoral.

A decisão foi tomada em 1ª instância e a mesma ainda pode recorrer da sentença.

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