Há 6 anos, Gilma anunciava maior conquista do seu mandato para Cuité

03/08/2019


Há exatos 6 anos, a então deputada Gilma Germano, maior representante feminina que o Curimataú já viu na Assembleia Legislativa da Paraíba, anunciava mais uma grande conquista do seu mandato para a região. Ou melhor, a maior conquista do seu mandato para Cuité.

Junto com o deputado e então presidente da Federação das Associações de Municípios da Paraíba (Famup), Buba Germano, a parlamentar apresentava a demanda ao então secretário de Estado, João Azevedo. Através das redes sociais, Gilma anunciou.

“Eu e o presidente Buba em audiência com o secretario João Azevedo confirmando a licitação da Barragem do Japi para o dia 12/08/2013. Mais uma conquista para a região”, comemorou.

Hoje denominada Barragem Retiro, a obra é considerada a redenção do Curimataú, pois vai levar segurança hídrica para as cidades de Cuité e Nova Floresta, além de outros municípios da região. Com um investimento em torno de R$ 60 milhões, o reservatório terá capacidade de armazenar em torno de 40 milhões de metros cúbicos de água.

Após algumas paradas para estudos e preservação de sítios arqueológicos encontrados no local e, consequentemente, a readequação do projeto inicial, a obra está em pleno funcionamento. As paredes da barragem já estão com cerca de 20 metros de altura, provando para tudo e para todos que aquela obra anunciada há seis anos não era só uma promessa, mas uma ação de quem verdadeiramente tem compromisso com a região.

Coincidentemente, seis anos após a licitação de uma grande obra da região, o agora governador João Azevedo licita outro grande pleito do Curimataú. Outra grande luta acampada por Gilma e em seguida pelo deputado Buba. No dia 27 de agosto será licitada a pavimentação asfáltica da PB 151, trecho entre Nova Floresta e Picuí.

Assim como a Barragem Retiro, o que não falta agora é padrinho da obra. Um feito comum para quem não tem compromisso com a região nem com o governo que se diz aliado e só tem coragem de elogiar quando a obra sai do papel. Enquanto não sai, fica pelos cantos sem coragem de enfrentar as cobranças e críticas dos adversários. Ou seja, só vai na vantagem.

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