Em Picuí, Olivânio acumula débitos com fornecedores e IPSEP

02/12/2019


Eleito com discurso moralista e prometendo colocar em ordem uma casa que só aos seus olhos estava desarrumada, somente aos seus olhos e dos que acabaram sendo enganados pelo discurso vitimizado do vereador e então candidato a prefeito, Olivânio Remígio (PT) agora surpreende com uma verdadeira bagunça nas contas de um município que era uma referência na região.

Com salários em dia, fornecedores recebendo dentro do mês e o dinheiro de aplicação para a previdência futura dos servidores numa linha crescente de reserva, o município seguia equilibrado.

Ao assumir a gestão, no ano de 2017, mesmo sem reconhecer, mas com dados que comprovam, o petista encontrou mais de R$ 3 milhões em conta, como consta no detalhamento do Tribunal de Contas do Estado (TCE).

Três anos depois, o que era crédito se transforma em débito. A gestão de Olivânio já acumula débito de quase R$ 3,4 milhões, só em 2019. Já a aplicação do instituto de previdência, despencou.

Em 2016, o então prefeito Acácio Dantas (DEM) deixou mais de R$ 6 milhões em conta. Com as projeções financeiras, retenções e os repasses da prefeitura ao longo de 2017 e 2018 para o Instituto de Previdência Social dos Servidores Públicos do Município (IPSEP), era para ter um montante aproximado de R$ 10 milhões em conta.

Mas não foi isso que aconteceu. O IPSEP está descendo ladeira abaixo e o saldo após o segundo ano da gestão petista chega a pouco mais de R$ 5 milhões. Apesar da queda, o dinheiro é debitado todos os meses das contas dos servidores, que se perguntam: para onde está indo?






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